25 setembro 2007

Sou submissa, sou cadela...


25 de setembro - parte II

BDSM... sou cadela! E adoro essa minha condição... nasci pra servir. Meus Donos sempre foram homens mais velhos, experientes... O meu Dominador ideal é aquele que me faz sentir que sou completamente Dele... com uma boa mão pesada, e um corpo igualmente pesado sobre o meu... gosto de ver o Seu rosto de sádico se transformando enquanto me usa, de sentir a temperatura do corpo Dele ferver e até a Sua cor se alterar...Gosto quando Ele me humilha e faz eu me sentir a verdadeira vadia que sou... a vadia do Seu prazer. Ele não precisa dizer nada... basta me olhar, daquele jeito que eu não sei explicar... e parece que cai um véu sobre mim: abaixo meu olhar para os Seus pés, e aguardo a Sua ordem...
Os deveres de um Dom? Só um: o de proteger sua submissa... e seus direitos? *rs* Usá-la da forma como queira, quando tiver vontade e aonde for Seu desejo.
Os deveres de uma submissa são todos... ela deve satisfazê-lo em todas as Suas vontades, agradecendo por cada dor produzida ou cada gozo permitido... e seu único direito: o de deixar de ser, de querer devolver Sua coleira (símbolo, quase que unânime dentro da comunidade Sado-Masoquismo, da lealdade e da submissão).

Uma folha em branco...


25 de setembro - parte I

Uma folha em branco... muitas idéias.
Começarei, então, por mim... alguém tão infinitamente normal... Veja bem: votei no Lula, no primeiro turno; já dei grana pro Greenpeace me ajudar a salvar os ecossistemas ameaçados; já transei com mulheres, mas prefiro homens; amo qualquer comida que tenha frutos do mar ou carneiro, mas não consigo dispensar uma lasanha de quatro queijos; tomo vinho tinto e seco todos os dias (hábito que peguei de papai), mas tem que ser daqueles bem secos... de deixar rastro na garganta. Falo, também, muita bobagem, mas pouco palavrão. Adoro ostra com limão *rs*... eita riminha besta! Já fugi pra França e voltei de lá com um negão enorme e lindo (um desses franco-africanos que Nicolas Sarcosy adoraria varrer do solo francês) e como ele não falava nada de português, eu dizia que ele era meu marido... acho que ninguém acreditava... e ele, mesmo, quando soube, ficou muito bravo*rs*.
De família tenho papai, minha linda e querida boadrasta e dois meio irmãos (10 e 9 anos)... sapequinhas, inteligentes e adoráveis. Deles não falo mais nada... e de mim, nem sei ainda se conto tudo...