23 novembro 2007

Ele me beijou... *rs*... foi beijo mesmo.


23 de novembro

Cheguei a Seus pés e ali fiquei... de quatro olhando pro chão.
Ele chegou de mansinho até mim e se abaixou. Começou com o zíper do meu vestido que ficou largado no meu corpo, depois o soutien... tirei ambos, e fiquei somente de cinta liga, meia, sapatos e a Coleira com a guia.
Eu prendia a respiração porque sabia que os Seus olhos eram pra mim...
Uma de Suas mãos segurava o meu sexo, como quem segura algo somente; a outra arrancava o penteado do meu cabelo que caiu escorrido e que Ele segurava como uma amarra da minha cabeça, forçando esta pra trás... mordia minhas costas, a minha bunda, nas coxas não aguentei, e gritei... eu me mexia, tentava fugir, mas Ele continuava com Sua mão entre minhas pernas e me mantinha ali, o Seu cheiro usado nas minhas narinas, e eu urrava, gemia... a dor das mordidas. Ele me pegava pra Ele, como pra me mostrar a quem eu pertencia. Enquanto Ele brincava e ria, gozava de mim, fazia e desfazia, eu perdi o rumo, gemi, gritei, chorei...
Ele mudou o ritmo, levantou, riu e deliciosamente me chamou de vadia, e eu fiquei de novo sem prumo, sem saber o que fazer. Somente chorava baixinho, olhando pro chão, tentando só entender como se pode sentir prazer em algo tão absurdo e confuso... mas a cada gesto Seu, qualquer coisa que fizesse comigo era como se me domasse... Ele amansava a Sua cadela, e ela era eu.
Do nada senti uma dor intensa e marcante em minhas nádegas... mas aquilo era um chicote!
O meu olhar de pavor deve ter sido marcante porque Ele quase se dobrou pra rir, aquela risada sádica, comprida, que ainda me deixava mais apavorada.
-Nem pense em se mexer, cadelinha. Sempre de quatro...
Uma, duas, três, sei lá quantas Ele me deu. Eu ia escorregando pra parede e já estava comprimida nela (quase de quatro ainda) quando Ele vem conferir o Seu trabalho, e passou a mão nas marcas quentes saltadas da minha pele.
-Eu sabia... você não presta mesmo... é uma verdadeira puta.
Isso Ele disse depois de constatar que, apesar do martírio, eu já estava úmida. E foi quando aconteceu o inesperado... com os meus olhos cheios de lágrimas que ainda escorriam pela face, Ele segurou o meu rosto em as Suas mãos e veio devagar, devagarinho, parando pelo caminho (acho que quase desistindo) e me beijou. Somente um beijo, mas por ali, entre meus lábios, Ele despejava toda Sua altivez e superioridade. Foi um beijo de olho fechado, demorado, de entrega de corpo e de submissão de alma. As línguas se enroscando, os dentes se arranhando, os hálitos iam se misturando e as salivas lambuzando tudo.
Eu, tão somente Dele, não percebi o tempo que passou. Eu já não era somente uma cadela, eu me esqueci disso (não sei se Ele também...) porque fui o enlaçando com meus braços em seu pescoço, os meus dedos acarinhavam o seu cabelo e o meu corpo já subia no Dele. O nossos rostos se esfregavam e eu sentia o Seu peito comprimido ao meu... os dois, sentados no chão, nus, enlaçados, com as minhas pernas na Sua cintura e Ele, sempre Ele, dando movimento ritmado e carinhoso naquela penetração deliciosa... foi apaixonante, excitante. Minha bunda ardida em Suas mãos suadas.
Acho que aquilo não era parte da sessão... quando percebi Ele já estava em cima de mim e não mais parecia um Dom... só um homem, como outros que tive, sem surpresa... mas apaixonado.*rs*. Depois de um tempo Ele me mandou somente fechar os olhos, e parou de se mexer. Ficou com Suas duas mãos enormes me segurando o rosto e me beijava selvagem, suave, mordido... e seu pênis latejando dentro de mim, paradinho.
-Não se mexe, fica quieta. (Nem abri os olhos).
Ele foi se refazer... tomar fôlego. Escutei garrafa sendo aberta, era cerveja. Não que eu seja muito a fim, mas até que uma ia cair bem, se ela fosse geladinha (com certeza era), devido aquele calor todo. Daria tempo Dele tomar um barril inteiro de tanto que demorou. Eu escutava ruídos, mas não identificava. Ai, aquela maldita espera... mal meus olhos me obedeciam.
-Vai... e me prepara um banho.
Levantei. Ele estava em pé ao meu lado.
Caramba............... cadê o banheiro? Não havia percebido que faltava um banheiro. Fui me dirigindo à saída... em algum lugar teria uma porta. Tinha. Da "sala" um vão na parede levava ao banheiro, na verdade um Senhor Banheiro: logo na entrada (quase um como um cômodo à parte) uma banheira redonda de hidromassagem, linda, depois de passar por um outro vão, o vaso, uma pia gigantesca e, unindo os dois ambientes, a ducha... numa redoma de vidro onde, como na banheira, se via o verde do jardim.
Ele era muito vaidoso e tinha inúmeros frascos de óleos e sais de banho, cremes, shampoos. Enchi a banheira, mas era grande e, por isso, demorado. Voltei a ter com Ele.
-Senhor, gosta de sais? Ou prefere a espuma italiana?
-A italiana.
-Enquanto ela está enchendo, quer que eu faça algo?
-Sobre a mesinha... eu separei umas coisas. Coloque na ordem que você gostaria que eu usasse em você.

21 novembro 2007

Hoje sou Dele...o meu Rei!


21 de novembro

-Me limpa, cadela.
Ele estatelou ao meu lado naquela cama dura... e eu comecei a tateá-lo para chegar até Seu membro inerte e comecei a lambê-lo, a abrí-lo, a limpá-lo dele mesmo. Quando terminei, e ainda com o rosto próximo ao Seu corpo, fui subindo em direção ao Seu peito... poucos pêlos, tórax forte, músculos proeminentes, um homem que se cuida, cheiroso, macio... cheguei em Seu rosto, o queixo... não tive coragem de continuar meu reconhecimento. Procuro seu ombro... deito... aconchego... descanso...
Depois de um tempo, Ele ergue os braços se espreguiçando, eu me levanto e sento ao Seu lado. Sinto que Ele levanta também, e também se senta... e uma boa surpresa: Ele me retira a venda dos olhos.
Abro-os devagar... vejo Seus olhos me fitando. Senti vergonha! Vergonha Dele ter me visto gozar, e eu não; vergonha de ter sido oferecida, tão disponível, tão desfrutável; vergonha de ter sentido tudo isso, e gostado. Agora Ele me olhava, e eu não conseguia sustentar esse olhar. Abaixei minha cabeça.
Senti que Ele se levantou e começou a andar... olhei à minha volta... nossa!... que lugar... agora (somente agora) eu me dava conta de onde estava... um dungeon... uma masmorra. As coisas que vi me deixaram completamente sem ação, nunca poderia imaginar que existisse, dentro da cidade de São Paulo, dentro de uma mansão no Morumbi, uma masmorra... de verdade.
O salão era alto e tinha um nível mais alto, o da entrada, onde ficavam dois sofás de couro... enormes, confortáveis. Em um deles eu subi (e tive medo da descida...*rs*), o piso era de madeira, inclusive os degraus... dois... que separavam os ambientes 'social' do de 'serviço'. O social tinha iluminação própria, tinha a porta, pesada, de entrada, o conjunto de sofás e um móvel que aparava diversas bebidas. Diferentemente, o outro ambiente era formado por um piso de cimento... simples e gélido, mas mantinha o mesmo estilo de decoração meio medieval... armaduras, castiçais, cortinas pesadas, vermelhas...
Quatro grandes aberturas, em forma de arcos preenchidos por vidros até o chão, ligavam visualmente o lado direito da masmorra ao jardim, com muito verde, flores e espaços diferenciados. Neste piso ficavam os aparelhos de tortura, além de uma mesa arcaica e rústica, com oito cadeiras igualmente antigas e pesadas... bem próximas dos sofás.
Os aparelhos: a cama de tatami, onde eu me encontrava; a teia de aranha (uma cama formada por quatro troncos, cujos estrados eram correntes entrelaçadas formando o desenho de uma teia de aranha); a jaula (uma gaiola circular com cerca de 1,50m de diâmetro, incrustada numa base de madeira); o extensor (outra cama esquisita, cheia de manivelas... em seu funcionamento, ela estica as pernas e os braços em direções opostas); cavaletes (peças de madeira, em formato de cavaletes mesmo... alguns forrados em couro macio, outros crus... sem forração e com os cantos vivos); a mesa com a estante de acessórios, em local de visão privilegiada, expunham todos os acessórios de tortura: chicotes de vários formatos, materiais e texturas, cores diferenciadas, espéculos, canes de vários calibres, velas, ganchos, plugs, presilhas, correntes, cordas, lãs e linhas, cadeados, cintos de vários formatos e coisas que eu acho que eram cintos, baldes, algemas, vibradores, pedaços de madeira que mais pareciam tacos pequenos, mangueiras finas... uma infinidade de apetrechos de sex shop); na parede defronte à entrada do dungeon, uma poltrona que mais parecia um trono... desses antigos, ladeados por tochas ainda apagadas e com dois tapetes... um de cada lado.
Vejo que Ele, nu e de costas, se dirige ao trono e se senta.
-Vem, cadela!
Comecei a me levantar e me dirigir em Sua direção, mas somente o Seu olhar reprovador fez com que eu fosse ao chão... novamente de quatro, novamente cadela.
Engraçado como aquele homem pelado, lindo, e sentado tão displicentemente naquela cadeira horrorosa tinha esse poder sobre mim... eu O obedecia... parecia instintivo... fui engatinhando, rebolando.

20 novembro 2007

.lisa{^SdA^} e .naara{^SdA^}


20 de novembro

Esse meu Dono tem o dom...

Há exatamente um mês atrás eu recebia a notícia que Ele queria proteger uma submissa... faltava 1 dia para que eu completasse 3 meses portando Sua Coleira.
Pois bem, faltando agora 1 dia, novamente, para eu completar 4 meses de Coleira, Ele efetivamente a transforma em sua escrava, a .naara{^SdA^}
A primeira coisa que vi:
"lisa

bom dia minha parpar
eu estou viajando pra tel aviv nao sei quando estarei on, vim dizer pra ti que conclui a negociacao com a na, vc agora nao esta sozinha, tem uma irma e uma familia.

Espero que se sinta feliz, por nos TAM sempre existira ,passamos momentos dificieis e complicados agora vamos usufruir.

beijos molhados minha cadelinha

Cid"

Depois o dela:
".lisa{^SdA},Minha Querida e agora Irmã!!!!
Não sou nem um pouco boa com as palavras rss, mas essas escolhí aqui de meu coração ♥!!
Existem pessoas, que são especiais, Simplesmente brilham!!!!
Conhecer melhor a ti foi um privilègio sem tamanho, e ter a oportunidade de ser sua Irmã de coleira, só é motivo de alegrias pra mim!!!
Sua alegria, bom humor são contagiantes!!!

Mas independente de minha escolha, ou da escolha DELE, saiba q terá em mim sempre transparência, amizade e respeito, tá?
Peço, que me ajude nessa nova caminhada! Precisarei de ti, de sua experiência, e muitas vezes de sua compreensão também...
Sou esquisita no começo, ressabiada... (rss) Mas qdo me solto sou uma boba, brincalhona, pode ter a liberdade que quiser comigo viu?rss
No que depender de mim, seremos além de irmãs de coleira! Amigas, cúmplices!!!!

Um beijo enoooorme!!! e Meu carinho sempre!!!
.naara{^SdA^}"

E eu:

"no dia que te conheci, eu já sabia
algo já me disse que você era diferente
agora sei o quanto eu estava certa...
realmente você é um ser humano especial
aquela pessoa que admiramos e queremos por perto.
.
Só posso te dizer que me sinto feliz
de te ter como amiga e confidente...
Acredite... você é mais que uma irmã de coleira, é de alma também.




Beijos em teu coração.......................................................................
lisa{^SdA^}"




Pode até parecer hipocrisia minha escrever palavras bonitas a ela, tratá-la com carinho... mas não é. Eu gosto dela de verdade... ela é legal, sim, amiga, companheira, divertida... mas é difícil compartilhar um Dono assim... na frente de todo mundo. Sabendo que Ele irá usá-la e ela querendo ser usada por Ele, e sabendo que eu não devo impedir, nem dar faniquito (como meu Dono se refere os meus ataques de ciúmes).
Ler a troca de depoimentos deles foi dolorido...
"na
Bem vinda a sua nova familia, a partir desta data 19/11/07 voce porta minha coleira a qual respeitara e honrara.
beijos minha submissa
SdA"
"Antes um Querido e respeitado Amigo...Agora Dono de mim!!!
Estou muito honrada por me fazer Tua, e meu único desejo e vontade é de
Serví-Lo com contentamento, Nunca desapontá-Lo,
E Ser Digna de portar sua Coleira, e levar comigo sempre Teu nome em minha Alma!Alma Submissa que agora LHE pertence!!!
A partir de hoje, 19/11/2007 sou TUA! Senhor de mim, me domine, me molde conforme TUA VONTADE!
Em Tuas Fortes e severas Mãos, sei que poderei chegar a perfeição... Confio em Ti!

Grata pela oportunidade, pois sinto que esse seja o começo de minha real história de Felicidade e Submissão!

meu carinho e respeito, sempre!
beijos
.naara{^SdA^}"

Passei o dia todo dizendo a mim mesma que isso não mudaria nada, que eu não deveria me sentir diferente, trocada... entretanto, os recados de parabenizações pela Coleira dela apareciam em cada uma de nossas páginas... na Dele pela nova aquisição da peça, na dela pela dita cuja e na minha pela nova fase, como ilustra bem o recado da minha moon:
"Linda...

Novidades na casa ^SdA^ não é mesmo?!
Amiga...Espero que, nesta nova fase, vc consiga se descobrir ainda mais forte, ainda mais sub e ainda mais e mais unida ao Senhor Dono de ti!

Que seja um momento de evolução e engrandecimento para toda família ^SdA^!!!

Beijos em sua alma doce e amada amiga!!!

{moonlight}_MS - Propriedade particular do Senhor MESTRE_Supremo! "




Quando, enfim, meu Dono entra no msn, eu já estou falando com ela e, não satisfeito com nós duas, Ele ainda promove uma verdadeira festinha viruta, chamando a kalíope, a renée, a myrah, a marina e a hemera... todo mundo falando, felicitando, feliz, conversando... tive que dar uma saidinha porque passei mal e, quando voltei, encontro o diálogo dos dois somente, onde ela o chama pra uma conversa em privet.
Perguntei a Ele se estava com ela em outra janela, e Ele confirmou. Doeu... mas era o dia dela, deixei-os falando sozinhos. Fui embora... saí à francesa.
Está é a página inicial de meu Dono... vamos ver até quando ela fica intacta...
"COMUNICO A TODOS QUE A PARTIR DESTA DATA TENHO O PRAZER
DE TER COMO MINHA PROPRIEDADE, LISA QUE ASSUME SUA
VERDADEIRA IDENTIDADE E O SEU LUGAR AO MEU LADO .

UMA VEZ QUE O PERFIL DA SOFIE FOI DELETADO PELO ORKUT.

PEDIDOS DE ADICAO SERAO AVALIADOS.

lisa{^SdA^} lisaduAmon

QUE SEMPRE PORTOU COM HONRA E RESPEITO A MINHA
COLEIRA.
^SdA^ SirduAmon "PrincedesTénèbres"
21/07/07

ROS = Respeito/Obediencia/Submissao"

Tudo bem, estou me consumindo de ciúmes... assumo... estou me sentindo trocada, humilhada, desprezada por não ser suficiente a Ele. Que droga!
Abaixo o contrato-padrão que Ele quis que eu o ajudasse (o meu fiz com data retroativa porque, na verdade, nunca tivera um).