Quando eu escutei a voz atrás de mim, eu me virei rápido... pelo susto, pela ansiedade, pela voz, por Ele...
-Putinha...posição de cadela... AGORA!
E qual seria a posição que Ele queria? Posição de cadela só podia ser de quatro... e me atirei no chão. Percebi que Ele deu a volta em torno de mim, me olhando, me medindo... Ai, minha primeira sessão ia começar com uma dog play...
-Sit! (Sentei sobre meus calcanhares.)
-Não, cadelinha... levanta as patinhas da frente. (Endireitei meu corpo... coluna reta, braços recolhidos em frente ao peito... e Ele me rodeando...)
-Sabe de uma coisa... nunca vi uma cadela de punhos fechados... SOLTA AS PATAS, CADELA!(Obedeci.)
-Cadela respira pela boca. ABRE A BOCA! (Obedeci.)
-PÕE A LÍNGUA PRA FORA! (Obedeci.)
-Muito bem, cadelinha... ( e senti o primeiro toque Dele em mim: umas batidinhas no topo da minha cabeça... como os afagos de um Dono.)
-Boa menina... boa menina (pude sentir o seu cheiro, o calor da sua mão... podia sentir Sua satisfação em me ter ali... aos seus pés.)
-Pronto, cadelinha... agora você tem Dono. (E dizendo isso, senti que Ele colocava algo em meu pescoço. "Nossa... uma coleira!")
Aquilo pra mim tinha gosto de vitória, uma conquista desde o meu primeiro contato com o SM: eu estava encoleirada. Um homem, um Dominador, um sádico... eu tinha um sádico *rs*, não vi que era Ele que me tinha ali.
-Vem, cadelinha... vamos passear. (Senti o tranco na garganta.)
Putz... meus joelhos doiam enquanto eu tentava acompanhá-lo... e Ele me puxando pela guia.Eu ainda estava com a venda nos olhos, e aquilo me causava um certo receio de trombar com móveis fantasmas... e ainda assim, percebendo meu desconforto, Ele aumentava a velocidade da 'caminhada'. O vestido, por ser curto e justo, parecia que ia rasgar, a meia irritava a pele a cada passo. Ele me fez subir num sofá, macio, confortável, me fez descer (o sofá pareceu bem mais alto na descida). O salão era grande, com certeza, desci dois degraus e já estava em outro ambiente. Neste o piso era gelado, mas tinha alguns tapetes espalhados. Lembro de ter tido dificuldade em subir num 'tronco' (eu acho), porque era de madeira, era extenso, rústico, e devia ter uns 30 cm de largura... tinha que me equilibrar pra não cair.
Agora, veja bem... eu ali de quatro, com coleira e guia, de vestido, salto alto e toda maquiada... cara, deu uma vontade de rir. Não ri, obviamente...
Enquanto passeávamos dentro do Dungeon, Ele ia recitando os comandos de voz para a dog play. Hoje conheço quase todos esses comandos (de voz e sinal), mas naquele dia... não consegui apreender nada.
-Vem, cadelinha... vamos ver se você está bem cuidadinha... se não tem nenhum probleminha. Vem, cadela... sobe aqui, sobe (e escutei os sons dele batendo no local que eu deveria subir, me direcionando, me orientando)
Era uma cama... o colchão era duro, parecia um tatami de lona grossa. Subi e fiquei de frente pra Ele... mas com a guia, Ele ia virando. Percebi que Ele iria me tocar... fui ficando excitada.
Ele subiu o meu vestido até a cintura, colocou as duas mãos na minha bunda e senti Ele me olhar. Minha buceta já pulsava de tanta vontade Dele me tocar. Ele tirou a calcinha que estava toda enfiada, e puxou pro lado. Pronto! Eu me sentia toda exposta... eu me sentia molhada... ai, um dedinho... tomara que Ele enfie pelo menos um dedinho...
Senti o hálito Dele bem pertinho de mim. Ele me chuparia, sim... ia ser ótimo uma língua me invadindo... eu já quase me contorcia, meu grelinho duro querendo pular pra fora... pra boca daquele homem. Ele abriu minhas pernas... eu sentia o hálito, mas não a boca Dele. Que tortura! E eu arrebitando a bunda... oferecendo...
-Isso, putinha... abana esse rabo.
Então comecei a mexer, devagar, de um lado pro outro. Ele me apertava com aquelas mãos que, por ora parecia querer arrancar minha carne, depois parecia que ia me cortar ao meio de tanto que Ele me abria... Ele estava com tesão... muito... sentia na Sua respiração.
De repente eu senti Ele puxar minha calcinha com força, não o suficiente para tirá-la, mas para enfiá-la dentro de mim... o tanto que conseguiu... com o seu dedo guiando o caminho. Não aguentei... fiquei toda mole, os braços cederam e os meus cotovelos se apoiaram na cama... e eu soltei um gemido.
-Quer gozar a minha cadelinha?
-Quero (eu disse... e senti um tapa tão forte que caí pro lado).
-Desde quando cadela fala? (e Ele me puxou pela cintura de novo pra mesma posição).
-Quer gozar a minha cadelinha? (perguntou de novo, enfiando a calcinha na buceta).
Não sabia o que fazer... balancei a cabeça, dizendo 'sim'. Outro tapa... outra vez, caí de lado e, outra vez, Ele me endireitou.
-Cadela não mexe a cabeça... Tô perguntando... quer gozar, cadelinha?
Eu sentia minha bunda arder e minha cabeça ficar confusa, sentia o dedo Dele me foder com a calcinha, e eu sabia que Ele esperava alguma resposta... mas qual?
Fiquei quieta... já estava quase gozando... um gemido... outro... Foi quando Ele parou.
-Se eu não souber que a cadelinha quer gozar... ela não goza.
-AU! (Saiu, meio estranho...)
Ele estacou... depois sorriu, e voltou a me masturbar.
-Muito bem, cadelinha. Vai ter o teu gozo... (Ele arrancou de uma vez a calcinha do meu corpo... ela já estava toda molhada).
Ele passou só uma vez a língua em mim, e já senti o colchão cedendo ao peso Dele. Foi rápido: Ele enfiou a calcinha na minha boca... pude sentir o meu gosto... e, naquela posição de cachorra, Ele abriu minha bunda e enfiou, de uma vez, o seu cacete... duro... dentro da minha buceta... e metia com força... lá no fundo. O susto foi tão grande, a vontade era tão grande... que acabei gozando ali, parada, tremendo, gemendo... tão demorado, tão grande, tão gostoso... tão intenso...
Que cansaço que me deu... que suor! Eu estava largada, já quase arriando, quando Ele saiu de dentro de mim, arrancou a camisinha e, sem comando nenhum mas com a força das mãos, me puxou pelos cabelos, me colocou sentada na beirada da cama, jogou minha calcinha pra longe e começou a fuder minha garganta... Embora eu tentasse empurrar o seu corpo, a Sua força mais a empolgação do momento, fazia com que Ele sequer notasse meu incômodo de ter um pau arrebentando minha garganta. Tive ânsia, e quando achei que ia vomitar, senti que engolia Seu líquido quente, que este enchia minha boca e engasgava minha respiração. Ele soltava uns urros, baixos, contidos. O sêmen que escorria pelo canto da boca, Ele empurrava pra dentro dizendo, meio sem fôlego e com a voz entrecortada: "Não desperdiça, vadia, nem uma gota... bebe meu tesouro... todo"
E eu engoli tudo... sentindo o sabor do prazer daquele homem que ainda sequer olhara nos olhos.