23 outubro 2007

No Dungeon, pra minha primeira sessão...


23 de outubro

Quando eu escutei a voz atrás de mim, eu me virei rápido... pelo susto, pela ansiedade, pela voz, por Ele...
-Putinha...posição de cadela... AGORA!
E qual seria a posição que Ele queria? Posição de cadela só podia ser de quatro... e me atirei no chão. Percebi que Ele deu a volta em torno de mim, me olhando, me medindo... Ai, minha primeira sessão ia começar com uma dog play...
-Sit! (Sentei sobre meus calcanhares.)
-Não, cadelinha... levanta as patinhas da frente. (Endireitei meu corpo... coluna reta, braços recolhidos em frente ao peito... e Ele me rodeando...)
-Sabe de uma coisa... nunca vi uma cadela de punhos fechados... SOLTA AS PATAS, CADELA!(Obedeci.)
-Cadela respira pela boca. ABRE A BOCA! (Obedeci.)
-PÕE A LÍNGUA PRA FORA! (Obedeci.)
-Muito bem, cadelinha... ( e senti o primeiro toque Dele em mim: umas batidinhas no topo da minha cabeça... como os afagos de um Dono.)
-Boa menina... boa menina (pude sentir o seu cheiro, o calor da sua mão... podia sentir Sua satisfação em me ter ali... aos seus pés.)
-Pronto, cadelinha... agora você tem Dono. (E dizendo isso, senti que Ele colocava algo em meu pescoço. "Nossa... uma coleira!")
Aquilo pra mim tinha gosto de vitória, uma conquista desde o meu primeiro contato com o SM: eu estava encoleirada. Um homem, um Dominador, um sádico... eu tinha um sádico *rs*, não vi que era Ele que me tinha ali.
-Vem, cadelinha... vamos passear. (Senti o tranco na garganta.)
Putz... meus joelhos doiam enquanto eu tentava acompanhá-lo... e Ele me puxando pela guia.Eu ainda estava com a venda nos olhos, e aquilo me causava um certo receio de trombar com móveis fantasmas... e ainda assim, percebendo meu desconforto, Ele aumentava a velocidade da 'caminhada'. O vestido, por ser curto e justo, parecia que ia rasgar, a meia irritava a pele a cada passo. Ele me fez subir num sofá, macio, confortável, me fez descer (o sofá pareceu bem mais alto na descida). O salão era grande, com certeza, desci dois degraus e já estava em outro ambiente. Neste o piso era gelado, mas tinha alguns tapetes espalhados. Lembro de ter tido dificuldade em subir num 'tronco' (eu acho), porque era de madeira, era extenso, rústico, e devia ter uns 30 cm de largura... tinha que me equilibrar pra não cair.
Agora, veja bem... eu ali de quatro, com coleira e guia, de vestido, salto alto e toda maquiada... cara, deu uma vontade de rir. Não ri, obviamente...
Enquanto passeávamos dentro do Dungeon, Ele ia recitando os comandos de voz para a dog play. Hoje conheço quase todos esses comandos (de voz e sinal), mas naquele dia... não consegui apreender nada.
-Vem, cadelinha... vamos ver se você está bem cuidadinha... se não tem nenhum probleminha. Vem, cadela... sobe aqui, sobe (e escutei os sons dele batendo no local que eu deveria subir, me direcionando, me orientando)
Era uma cama... o colchão era duro, parecia um tatami de lona grossa. Subi e fiquei de frente pra Ele... mas com a guia, Ele ia virando. Percebi que Ele iria me tocar... fui ficando excitada.
Ele subiu o meu vestido até a cintura, colocou as duas mãos na minha bunda e senti Ele me olhar. Minha buceta já pulsava de tanta vontade Dele me tocar. Ele tirou a calcinha que estava toda enfiada, e puxou pro lado. Pronto! Eu me sentia toda exposta... eu me sentia molhada... ai, um dedinho... tomara que Ele enfie pelo menos um dedinho...
Senti o hálito Dele bem pertinho de mim. Ele me chuparia, sim... ia ser ótimo uma língua me invadindo... eu já quase me contorcia, meu grelinho duro querendo pular pra fora... pra boca daquele homem. Ele abriu minhas pernas... eu sentia o hálito, mas não a boca Dele. Que tortura! E eu arrebitando a bunda... oferecendo...
-Isso, putinha... abana esse rabo.
Então comecei a mexer, devagar, de um lado pro outro. Ele me apertava com aquelas mãos que, por ora parecia querer arrancar minha carne, depois parecia que ia me cortar ao meio de tanto que Ele me abria... Ele estava com tesão... muito... sentia na Sua respiração.
De repente eu senti Ele puxar minha calcinha com força, não o suficiente para tirá-la, mas para enfiá-la dentro de mim... o tanto que conseguiu... com o seu dedo guiando o caminho. Não aguentei... fiquei toda mole, os braços cederam e os meus cotovelos se apoiaram na cama... e eu soltei um gemido.
-Quer gozar a minha cadelinha?
-Quero (eu disse... e senti um tapa tão forte que caí pro lado).
-Desde quando cadela fala? (e Ele me puxou pela cintura de novo pra mesma posição).
-Quer gozar a minha cadelinha? (perguntou de novo, enfiando a calcinha na buceta).
Não sabia o que fazer... balancei a cabeça, dizendo 'sim'. Outro tapa... outra vez, caí de lado e, outra vez, Ele me endireitou.
-Cadela não mexe a cabeça... Tô perguntando... quer gozar, cadelinha?
Eu sentia minha bunda arder e minha cabeça ficar confusa, sentia o dedo Dele me foder com a calcinha, e eu sabia que Ele esperava alguma resposta... mas qual?
Fiquei quieta... já estava quase gozando... um gemido... outro... Foi quando Ele parou.
-Se eu não souber que a cadelinha quer gozar... ela não goza.
-AU! (Saiu, meio estranho...)
Ele estacou... depois sorriu, e voltou a me masturbar.
-Muito bem, cadelinha. Vai ter o teu gozo... (Ele arrancou de uma vez a calcinha do meu corpo... ela já estava toda molhada).
Ele passou só uma vez a língua em mim, e já senti o colchão cedendo ao peso Dele. Foi rápido: Ele enfiou a calcinha na minha boca... pude sentir o meu gosto... e, naquela posição de cachorra, Ele abriu minha bunda e enfiou, de uma vez, o seu cacete... duro... dentro da minha buceta... e metia com força... lá no fundo. O susto foi tão grande, a vontade era tão grande... que acabei gozando ali, parada, tremendo, gemendo... tão demorado, tão grande, tão gostoso... tão intenso...
Que cansaço que me deu... que suor! Eu estava largada, já quase arriando, quando Ele saiu de dentro de mim, arrancou a camisinha e, sem comando nenhum mas com a força das mãos, me puxou pelos cabelos, me colocou sentada na beirada da cama, jogou minha calcinha pra longe e começou a fuder minha garganta... Embora eu tentasse empurrar o seu corpo, a Sua força mais a empolgação do momento, fazia com que Ele sequer notasse meu incômodo de ter um pau arrebentando minha garganta. Tive ânsia, e quando achei que ia vomitar, senti que engolia Seu líquido quente, que este enchia minha boca e engasgava minha respiração. Ele soltava uns urros, baixos, contidos. O sêmen que escorria pelo canto da boca, Ele empurrava pra dentro dizendo, meio sem fôlego e com a voz entrecortada: "Não desperdiça, vadia, nem uma gota... bebe meu tesouro... todo"
E eu engoli tudo... sentindo o sabor do prazer daquele homem que ainda sequer olhara nos olhos.

21 outubro 2007

naara


21 de outubro

O dia que conto ao meu Dono, o ^SdA^, que estou grávida de outro Dom... ganho também uma quase irmã de coleira (Isso foi ontem, e hoje faço 3 meses portando a Sua Coleira). Alguém que Ele quer proteger. A diferença de proteger, ou ser seu tutor, é que não existe a formalidade da Coleira, ou seja, Ele a usa (ou não, depende das partes) e a ampara até que a submissa possa encontrar um Dono que queira se entregar (que pode ser o próprio protetor). No caso de meu Senhor, Ele mesmo colocará a Coleira nela... talvez esteja esperando passar um tempo só pra ver se ela vale a pena ou não.
Como da primeira vez que Ele tentou me arrumar uma irmã, a ordinária, eu lati feito cachorro... esperniei, resmunguei, chorei... acho que é assim mesmo... eu sou assim mesmo: lato, lato, lato... e depois lambo a mão Dele.
"Cheguei a uma conclusão... ou acredito em ti, ou é melhor acabar tudo por aqui.
Resolvi acreditar. Tenha seu brinquedinho, não me importo... mas deve concordar comigo que você não escolheu a melhor hora pra me dar uma irmã. Mas será como quiser... sempre a Sua vontade sobre a minha.
Será a minha melhor amiga e ensinarei o que ela não souber.
Sua vadia"

Por que eu coloquei uma foto de submissa gordinha? Porque ela é gordinha, sem atrativos físicos, sem nada... uma comerciante, casada, sem filhos, de 32 anos, fogosa (com toda a certeza. *rs*), do interior de São Paulo. E o que Ele viu nela? O quê? Perguntei se era a submissão (dela) e Ele disse que sim. Bom... se Ele a quer, eu também a quero... e O ajudarei a fazer com que ela também o deixe feliz. Mas doeu... dói. Pra Ele eu sou um trofeuzinho, Ele se diverte tendo a 'sub mais linda de todas', como se referiu a mim várias vezes.
Estando eu grávida e em posse de D. Concchobar, o mais acertado seja que Ele seja o meu protetor, e o verdadeiro Dono dela... porque Ele não precisa dizer... sei que a usa. É seu direito de Dom.

19 outubro 2007

Putinha vadia, esteja a Minha espera...


19 de outubro - parte II

"Putinha vadia,
esteja às 13h em ponto em frente ao (o nome de um restaurante italiano) da R. Joaquim Antunes.
Quero você vestida com o meu presente e somente um vestidinho preto por cima, maquiagem discreta, poucos acessórios e perfume suave. Salto alto, cabelo preso... uma BMW a pegará.
Aguarde!

D. Concchobar."

Estas foram as ordens escritas no cartão que vieram com as flores e um presente... uma lingerie de cetim com poucos detalhes, somente algumas costuras pra realçar as curvas, uma cinta liga e um par de meias 7/8... tudo preto. Embora eu prefira o branco, Ele gosta de me ver toda de preto.
Às 13h, estou no local combinado. A espera... me mata... Os minutos... não passam. Será que era esse mesmo o lugar? Era... Espero... Aflição... Inquietude...
Às 13h25, mais ou menos, um carro pára e a porta do passageiro traseiro se abre para a calçada.
Caramba... será que este é o contato que eu espero? (nessas horas de puro nervoso... tudo parece estranho). Vou vacilante até ele... minhas pernas quase não me obedecem mais... Seu interior parece vazio.
"Entre... Ele está a sua espera", escutei. Entrei.
"Aí, do teu lado... tem uma venda... achou? Coloque... e nem pense em me enganar, mocinha". Coloquei.
"Vai, amarra forte". Obedeci, mas ele veio conferir, mesmo assim.
Depois disso sei que andamos muito. Teria dado para atravessar São Paulo inteira na hora do rush e o nosso destino parecia não chegar nunca; de repente, o carro desacelera. Acho que chegamos...
"Sai do carro e nem pense em tirar a venda". Saí e fui levada, por alguém, até o Dungeon... lugar que eu conheceria muito bem, e que eu ficaria familiarizada.
A claridade diminuiu muito por baixo da venda... senti um cheiro forte de velas aromatizadas. Silêncio. Eu não tinha coragem, sequer, de me mexer... fiquei tentando desvendar o lugar com os sentidos que me sobravam, e com os quais eu me permitia usar...
Os sons chegavam somente pela porta aberta atrás de mim e a temperatura caira. Parecia um salão grande, ... mas minha curiosidade foi menor que o meu receio de fazer algo errado.
De repente, a porta se fechou... o meu coração, já disparado, quase saiu pela boca.
"Ora, ora, ora... enfim apareceu a minha putinha...". A voz eu conhecia... era a Dele.

Conheci D. Concchobar, o cruel...


19 de outubro - parte I
Os três homens me olhavam...

D. Concchobar segurava ainda minha mão no ar, que já começava a tremer... fora involuntário, eu somente queria revidar o tapa que ainda ardia no meu rosto. O meu pé, quebrado (porque eu tentara galopar em pé nas ancas do animal) fez com que eu me agarrasse a Ele para evitar uma queda, e eu O toquei sem a Sua permissão. Era o dia de nossa apresentação e este revide me custaria ainda muito caro. O SM só existe em pessoas diferentes, em pessoas que acreditam que existam Dominadores e submissos, em pessoas que mandam e outras que obedecem.
Tive medo... dos olhares do meu amigo Boss, do outro homem que devia ser um Dom também e, principalmente o Dele: assustador, penetrante, impassível com o que eu tinha feito; Ele não me olhava somente, Ele passeava dentro de mim... e eu me tremia toda. Minha testa preocupada, meus olhos paralisados, meu coração descompassado, meus joelhos que tremiam, minhas pernas bambas... e eu toda molhada de excitação. Percebi que eu estava entregue, que Ele não somente segurava a minha mão... porque ali, apertada entre os Seus dedos, estava também a minha alma servil.
Tive medo de mim...
Dias depois, eu assinava o Contrato de Doação Incondicional, postado abaixo, e esperava o dia da inicialização.





18 outubro 2007

Chantagem...


18 de outubro

Estou com medo... muito... desde ontem...
Tento ser linear mas não consigo, nem na minha vida de verdade... que diria aqui. Eu me sinto sozinha.
D. Concchobar foi o Dom que me iniciou nas artes SM porque eu queria mesmo saber se era isso que eu queria pra mim... não sou de ficar no mais ou menos... ou é, ou não é.
Quando recebi a Coleira de ^SdA^, em 21 de julho, achei que não poderia mais ter encontros com Ele... agora eu tinha Dono de verdade... virtual... mas eu iria ao encontro Dele. Foi aí que minha vida sofreu uma reviravolta...
D. Concchobar não se conformou com as negativas aos Seus convites e resolveu se valer de uma arma constrangedora e inaceitável... apesar de nosso contrato de entrega incondicional, como sub de sessão, ser claro e expor que não haveria filmagens, Ele filmou toda a minha iniciação e está usando isso contra mim... uma exposição dessas traria prejuízos financeiros e sociais pra papai (mas o pior seria minha madrasta... ela não suportaria, e o casamento deles... acabaria, com toda certeza).
Desde o dia 1 de setembro eu me mudei pra casa Dele... e acho que posso estar grávida! Pode ter coisa pior? Na terça passada, dia 16, Magda (outra de Suas escravas) e eu íamos comprar lencóis e toalhas para a casa... e passei mal... queda de pressão. Nesse mesmo dia, à noite, só melhorei depois de colocar os bofes pra fora, tenho dormido demais (e comido muito também); além de não suportar que Ele encoste em mim... ^SdA^ não se conforma com essa situação, mas não consigo denunciá-lo... e se eu estiver esperando um bebê agora? Caramba... tiro ou não? Tenho medo da reação Dele, do D. Concchobar: se Ele ficar bravo, é provável que eu apanhe até perder o meu filho... por outro lado, se Ele gostar... aí não poderei mesmo tirar.
Estou confusa e quero colo.

17 outubro 2007

Uma irmã de coleira...


17 de outobro

Uma irmã de coleira... eu mesma pedi uma a Ele... mas quando chegou a hora *ai*, fiquei morrendo de ciúmes... mas engoli!

Minha devoção por Ele era tão grande que eu não gostaria de privá-lo em nada. Uma irmã seria ótimo... quem sabe poderíamos nos encontrar realmente? Ou quem sabe um dia serví-lo nós duas juntas... Disse a ele que a trataria como uma irmã e que seríamos amigas. Realmente era essa a minha verdadeira vontade e, quando Ele me disse que 'a sua futura (irmã) está online', eu fiz questão de falar com ela... queria somente expor algumas coisas de submissão e respeito ao nosso Senhor. Insisti em falar com ela... lembro direitinho, era 08 de junho.

A conversa não saiu, nem de longe, o que eu esperava. Eu a tratei com carinho e total submissão às ordens de meu Dono (era uma conversa a três), mas ela se sentiu traída e continuamente dizia que, provavelmente, Ele a queria como escrava senão não teria perdido tanto tempo com ela e nem feito 'aquelas coisinhas' (não me contive e juro que nessa hora eu ri... fui saber depois que Ele permitiu que ela se masturbasse e gozasse com dor, por meio de pregadores de roupas nos bicos dos seios e no clítoris *kkkkkkkk*). Deu tudo errado nessa conversa... ela queria sair, não me respondia, chorava, xingava, tudo, tudo... disse que nós a estávamos enganando por ser principiante e que a tratávamos como as outras subs, todas burras e sem personalidade... e por aí vai.

O último depoimento que ela escreveu a Ele foi este:

"Senhor eu preciso falar-lhe... ontem todas as vezes em que consegui entrar escondidinha dos meus pais não o vi on line... ainda estou aqui na casa deles e devo ficar mais uns dias pois não tem sentido ficar em Santos enquanto não sai nada do meu Doutorado em SP. Nem sei se vou retornar a Santos, talvez eu vá pra SP direto. Estou com saudade, meu amor... muita saudade mesmo. Pensou na minha proposta? Eu falei sério... em dois anos termino meu doutorado e posso fazer pós-doutorado em Israel ou qualquer outro lugar que eu queira... sempre consegui o que quero no que se relaciona a profissão e carreira. Não quer uma escrava a seus pés 24 horas por dia? Basta me dar exclusividade e me usará como, quando e do jeito que bem entender, meu futuro dono delicioso... Eu amo o Senhor, meu amor."

Meu querido Senhor ficou bravo e de saco cheio dela, com tamanho faniquito... O resumo do tango argentino foram duas consequências: no dia seguinte à essa conversa surgiu, no orkut, um fake chamado 'Carlos Poeta' que começou a denegrir a imagem do meu Dono junto aos Seus amigos e comunidades do meio SM. Dizia que a outra escrava Dele, a lilly éris, não existia e que era um fake forjado pelo próprio ^SdA^... dizia, também, que Ele não respeitava a Coleira de Lord Thierry que eu portava e, por fim, dizia que eu era uma vadia e puta por não me comportar como uma escrava leal ao meu Dono (que eu deveria, sim, ser puta, mas somente com meu Dono). E, pra finalizar, no dia 22 de junho, ela mesmo publicou o blog 'bonitinhaeordinaria.blogspot.com', expondo todas as conversas íntimas dos dois... menos o que lhe convinha (tipo a doença que quase matou a mãe e ela querendo somente ser usada por Ele, que viraria a Sua escrava-amante e que sequer contaria aos filhos Deles quem era o pai...). Alguns amigos Dele se afastaram e O recriminaram... a maioria, não.

Disso tudo eu somente tiro algumas conclusões: Ela se sentiu inferiorizada porque estava acostumada a ser super valorizada no meio por ser nova e bonita (?) e, num belo dia, ela descobre que o Dominador que ela escolheu tinha outra sub, tão nova e bonita quanto (a modéstia me mata... *rs*) e Ele a preteriu por mim... nem ela se humilhando e mostrando todas as suas qualidades de mulher, femme fatale, submissa, nada disso fez diferença na escolha Dele. Ciúmes doentio. Que falar mais? Ela é uma maluca!

15 outubro 2007

bonitinha mas ordinária


15 de outubro

bonitinha mas ordinária... esse foi o nome com o qual ela se apresentou ao meio SM do orkut.


Perfil: morava com os tios e primos em Santos e vinha pra Sampa, na USP, fazer mestrado (ou doutorado, sei lá) na área de engenharia civil, em concreto. Bom, nisso ela não mentiu... inteligente ela deve ser mesmo... pelo menos pra números *rs*


O primeiro contato deles foi através de depoimento do orkut, quando ela pedia para que Ele a adicionasse entre seus amigos, e foi este:


"Senhor, está disposto a me iniciar nas artes do BDSM? Eu adoraria isso. Beijos em seus pés, AO. [não publique, Senhor, por favor. Se iniciarmos uma negociação não quero que ninguém tente nos impedir, notei que há muita inveja e ciúme entre as submissas... gostaria de me ensinar a ser sua escrava perfeita?]"


Depois disso, a primeira conversa deles:


"-Olá.
-Bom dia, Senhor, obrigada por me adicionar
-É coisa rara eu acrescentar, normalmente eu conheço e converso antes, mas vi seu perfil. Conheço a maioria das pessoas lá... e resolvi ter aceitar.
-Fico grata por ter me aceito. Muito obrigada mesmo, Senhor
-Certo. E você leu meu perfil?
-Sim, li.
-E resolveu que quer ser adestrada por mim entre os outros que tens em seu perfil?
-Na verdade eu quero conhecer melhor o Senhor, achei-o discreto, equilibrado e senti que tem muito a me ensinar.
-É vero. Aprenda algo importante aqui... não se exponha, não seja explícita em seu s scraps. Uma escrava é a figura de seu Dom, assim sendo, da mesma maneira que és protegida, deves proteger e cuidar da sua imagem, que reflitirá na Dele.
-Senhor, tomei a liberdade de colocar no meu perfil que estou em negociação... o Senhor se importa?
-Com o Mestre?
-Não citei quem é o Mestre em questão. Achei melhor, para evitarmos a inveja e a a cobiça alheia.
-Você leu seus scraps?
-Ainda não, Senhor.
-Em negociação - Não adicionarei mais ninguém por enquanto, não insistam, por favor!!! Quem te mandou escrever isso?
-Eu coloquei por sua causa. Não gosto de Dons que acham que podem mandar sem ao menos conhecerem suas subs... em poucos dias recebi muito assédio e sua discrição foi que me chamou a atenção.
-Normal os abutres atacarem carne nova no pedaço.
-Isso me assusta.
-Seja cautelosa, mas troque o que escreveu. Protegida no momento - Não adicionarei mais ninguém por enquanto, sem autorização e aprovação Dele. Você está tc com alguém?
-Sim, Senhor. Não, Senhor... minha tia quem me chamou.
-Ok
-Eu estou morando com meus tios aqui em Santos.
-Me fale de você.
-Eu tenho 24 anos, sou engenheira civil terminando o mestrado e ingressando no doutorado...
-Cont.
- e estou, no momento, em casa de tios e pretendo ir para São Paulo em, no máximo, em 4 meses.
-Seus pais?
-Meus pais moram em Rio Claro.
(Ele passa agora um perfil do orkut que já foi excluído).
-Veja este perfil.
-Vou vê-lo, Senhor.
-Vá. Well?
-Quem é essa moça?
-É minha escrava. Você demora pra responder.
-Senhor... ela é bonita?
-Você é bonita? Responda.
-Senhor... eu me considero muito bonita.
-Ok. Quando eu a ver, eu te respondo. Quanto à lilly, ela não é nenhuma miss. Uma amiga que se tornou minha... nos conhecemos a tempos.
-Entendo. Senhor, o Senhor pode me esperar um pouco? Minha tia me chama...
-Volte logo.
(nesse tempo, meu Senhor ^SdA^ envio várias fotos para ela)
-Você é loira ou morena?
-Voltei, Senhor. Sou morena, Senhor, tenho cabelos castanhos avermelhados, olhos negros, tenho 1,75 de altura e peso 68 kg. Tenho pernas lindas, modéstia à parte, bundinha arrebitada, cintura fina, seios de tamanho médio, empinadinhos olhando para o céu.
-Troque a foto aqui pela 1 que mandei, a da morena.
-Minha boca é carnuda e deliciosa e meu beijo... doce e quente.
-E essa morena tem web?
-Não tenho, Senhor... ainda não.
-Fotos?
-Não neste pc... como lhe disse não é meu, mas dos meus primos...
-Ok. E quando vou ter o prazer de vê-la?
-... mas vou providenciar, Senhor... eu quero que seja em breve... Posso confessar-lhe uma coisa?
-Diga.
-Conversar com o Senhor está me deixando excitada... há muito tempo não converso com um homem interessante. Me desculpe se fui insolente.
-Quer me dizer sua experiência em sexo? Gosto de mulheres soltas e desinibidas, abertas para o sexo e fantasias.
-Senhor... eu perdi minha virgindade aos 18 anos com meu namorado... mas confesso que sou uma viciada em sexo.
-Hahaha. Sabe o que me deixou intrigado?
-O que, Senhor?
-Você estar aqui comigo.
-Por quê, Senhor?
-Sou tão misterioso.
-Gosto de mistério, Senhor.
-Hum. Me conte uma coisa, o mistério te atrai como um precipício...
-Tenho vontade de saltar nas profundezas do seu mistério.
-Você tem pêlos em seu corpo?
-Quer saber se eu depilo minhas partes íntimas, Senhor? Depilo, sim... tudinho.
-Lisinha, como bumbum de nenem.
-Deliciosa para deslizar a língua.
-Muito.
-Senhor... posso dizer uma coisa?
-Diga.
-Estou com muito tesão... estou explodindo de vontade de fazer amor com o Senhor.
-Teria que nadar ou voar até mim.
-Senhor... o Senhor usa um programa chamado Skype?
-Com certeza.
-Gosto mais do que este aqui.
-Porém eu não tenho a senha do SdA aqui.
-Ah, Senhor... queria ouvir a sua voz e gozar no seu ouvido. Estou toda molhadinha e com o grelo durinho de tesão, e seios durinhos... mamilos intusmescidos... queria sua boca para sugá-los com força.
-E que está vestindo esta cachorrinha?
-Senhor, estou sem calcinha e sem soutien... vestindo um pijama quentinho porque aqui está frio... e estou toda molhadinha e sentindo meu grelo roçando o pijama.
-Você está sozinha?
-Agora estou... e estou morrendo de tesão.
(...)" *rsrsrs*


É claro que a conversa somente começou aí mas, por causa da exposição do meu Senhor (e não a dela), não publicarei o restante... Meu Dono é ótimo... e foi com ela também. Tanto, aliás, que ela ficou perdidamente apaixonada, como mostra esse depoimento a Ele:

"Senhor, meu amor...
Ontem eu tive sérios problemas aqui em casa... meu pai quase nos viu e por isso saí correndo. Estou escondida aqui no orkut deixando esse recado porque eles estão vigiando meus passos... quando puder venho correndo falar com o senhor, meu amor gostoso...
Saudade, muita saudade de ti...
Te amo...
Tua Ordinária."

14 outubro 2007

Minha Coleira {^SdA^}


14 de outubro - parte III

"Senhor, meu amor...
Sua Coleira me fez Sua... Sua cadela, Sua boneca, o Seu brinquedinho... sou Sua gata em brasa...Sou Sua escrava... nua... completamente Sua! Vem, Senhor... me toma... Meu prazer são Seus gemidos; meus arrepios são Sua voz... que comanda, que molda, que me domina... ela não é macia, mas me excita... Teu olhar de Dono... de quem cuida, de quem usa... me fez me entregar, submissa, às Suas vontades e desejos. Sou Sua propriedade e agradeço muito... Curvo-me e beijo Seus pés, meu querido.
lisa{^SdA^} "

Foi assim que recebi a Coleira do meu Dono amado, querido ^SdA^, em 21 de Julho de 2.007.

Queria eu tanto e tanto poder ser Dele somente e de fato... pois sou somente uma cadela virtual, infelizmente. Ele mora no exterior e já são tantos problemas que Ele tem... e eu, aqui, aprontando das minhas, uma atrás da outra, sem descanso. Se eu O tivesse escutado, desde o início, nessas alturas já estaríamos juntos de verdade...

Perdão, Mestre querido e Dono do meu corpo e da minha alma, dos meus desejos e vontades... que sou Tua, e somente Tua eu gostaria de ser.

Os meus Três Donos...


14 de outubro - parte II

Três...
Três foram os Donos que tive e acho que amei aos três desse meu jeito... meio torto. Eu achava que dois Deles me escolhera (vejo agora que, na verdade, fui eu quem escolhi); e pelo último... eu (muito inteligentemente escolhendo) saí como escolhida. Na verdade, pela situação que me encontro, eu poderia escandalizar o mais sádico dos Dominadores... estou servindo a dois Senhores. Um Mestre, amigo meu, disse que ninguém serve a dois Donos... na verdade, eu não tenho a nenhum Deles.
É difícil mesmo de entender... mas explico:
^SdA^, Senhor du Amon. Este foi o primeiro Dominador com quem tive contato na vida, foi Ele que me achou pelo orkut. *rs*, por alguma comunidade que nem Ele mesmo se lembra mais... comunidade baunilha, é claro!
Lembro como sendo hoje o scrap que Ele me deixou: "Quero saber de você quem você é. Feliz Páscoa! Beijos, SdA"... simples assim... tudo começou simples assim. E a minha resposta: "Embora só mais uma... com certeza a melhor, Senhor". *kkkkkkkkkk* Escrevi Senhor pois vi que todos em sua página se dirigiam a Ele dessa forma, não foi nada intencional... mesmo porque nada desse mundo eu conhecia.
Ele já possuia uma escrava submissa que, pelo poder das negociações entre ambos, exigia exclusidade... por isso Ele não podia me ter... mas nas nossas conversas, eu já me sentia Dele; e, tenho certeza, Ele sabia que já me tinha.
Lord Thierry... ai, esse meu querido Dono *rs*. Com certeza, de todos foi o que eu mais gostei, com quem fui mais feliz... um verdadeiro gentleman, educado, gentil, sádico (mas acho que nem tanto... depois eu pude constatar). Ele se mudou pra França com a esposa e eu sobrei, e não quero falar muito Dele... somente que Ele me deu pro ^SdA^, que cuidaria de mim como a um tutor e, quem sabe... viria a ser meu novo Dono.
Meu Lord Thiery não me queria por aí, solta, sem proteção. Por que ^SdA^? Eu sempre nutri um verdadeiro fascínio por esse Homem que, agora, estava sem sub... mas, na verdade, essa não foi uma transição tranquila como eu imaginei. Houve um episódio chamado "bonitinha e ordinária" (duvido que ela seja realmente muito bonita... mas ordinária foi seu melhor adjetivo).
D. Concchobar, o mais cruel, o mais terrível.
No vácuo que existiu em minha vida entre ^SdA^e Lord Thierry, eu decidi (olha só que coisa fundamentada e inteligente em minha vida) que deveria ser iniciada, realmente, no SM. Descobri, meio por acaso, que um amigo meu era Dom (seu nick: Boss) e pedi a ele que me arrumasse alguém para essa primeira sessão.
Não gostei da primeira impressão que tive Dele, por outro lado (soube depois) que eu, em contrapartida, causara um efeito devastador em sua índole de Top, ou Dom... Sim, conheci D. Concchobar... e eu seria Dele, ainda que a contragosto e sem meu consentimento verdadeiro.
Na atual conjuntura, a verdade é só uma: porto uma Coleira virtual do meu querido ^SdA^e uma outra, real, de D. Concchobar.

Pequeno glossário Sado-Masoquista


14 de outubro - parte I

PEQUENO GLOSSÁRIO SADO-MASOQUISTA
SM - Sado Masoquismo
Sadismo - Termo originário do nome de Donatien Alphonse François de Sade, o Marquês de Sade, e define o prazer em infligir dor moral e/ou física ao seu parceiro ou parceiros.
Masoquismo - Termo originário do nome de Leopold von Sacher-Masoch e define o prazer em sentir a dor física e/ou moral, como humilhação e dominação psicológica. Pode ser contextualizado também para definir o desejo de inferioridade perante seu parceiro.
D/s - Relação de Dominação e submissão
Dominador, ou Dom (ou Domme) - Parte sádica da relação D/s, também denominada por Top, ou Senhor, Mestre, Sir, Dono. Sempre suas iniciais são em letra maiúscula.
submissa ( ou submisso) - Parte masoquista da relação D/s, também chamada de bottom, ou escrava, cadela, peça. Sempre escrito em letra minúscula, mesmo em início de frase e, principalmente, o nome da sub.
SSC - destaca-se como a prática do SM como sendo São, Seguro e Consensual entre as partes.
Safe Word, ou SW - Palavra ou gesto combinado entre as partes para diminuir a intensidade da pena ou para indicar que a sub chegou em seu limite e não pode continuar mais. Palavras muito comumente utilizadas: AMARELO e VERMELHO, respectivamente para os casos acima.
BDSM - Bondage, Dominação, Sadismo, Masoquismo. Bondage é a imobilização por meio de cordas, algemas, fios, peças metálicas; Shibari é a arte japonesa de desenho dos nós dessa imobilização, normalmente feita por cordas de algodão. Dominação, psicológica, é dada através de superação de limites impostos normalmente pelos meios sociais.
Técnicas são as práticas para o prazer de todos, Top(s) e bottom(ns). Citando algumas: wax hot (cera quente de parafina, que formam desenhos lindos), cross (tutor em X, para amarração da bottom), teia de aranha ('cama' com estardos de correntes), spanking (chicote de couro, camurça, cinto de couro, whipbull, de montaria, chinelo, palmadas, e outras), caning (spanking que merece destaque por ser este instrumento um dos mais temidos, junto com o whipbull), breathplay (jogos de asfixia erótica), fisting(introdução da mão inteira no ânus ou vagina), anal play (utilização de plugs, vegetais, e outros objetos no ânus), rimming (estimulação anal, quase uma oral), dog play (jogos de cadelas), chuva dourada (urinar sobre parceiro), scat(fezes... urgh!), agulhas (dor pela introdução destas, muitas vezes fazendo desenhos no corpo), etc, etc, etc...
Sessão - encontro dos participantes SM, de cunho sexual e de dominação psicológica, para aplicação das técnicas.
Empréstimo - Um Dominador pode emprestar sua escrava a outro Senhor; isso ocorre quando o Dono entende como um castigo psicológico imposto à sub, ou para agradar ao outro. Também acontece de um Dono chamar um Convidado (Dominador também) para participar de uma sessão com sua submissa.
Irmã de Coleira - Designação para as subs que portam a Coleira de um mesmo Dominador; porque um Dom pode ter várias escravas, mas uma escrava só pode ter um único Dom.
Sub de Sessão - É o nome dado para aquela sub que participa de uma, ou várias, sessões com este ou aquele Dominador, sem ter compromisso com nenhum. É aquela sub que não quer Dono (ou não consegue um!), mas quer ter sessões.
Liturgia - rituais e regras sociais adotadas pela maior parte dos adeptos SM.
Baunilha - refere-se aos não adeptos do SM, ou seja, os que têm uma vida sexual comum. Faz referência ao sorvete de vanilla(baunilha), que podia ser encontrado em qualquer lugar, algo comum.
24/7 - É o supra sumo de uma relação D/s pois seria uma servidão absoluta de 24horas por dia pelo 7 dias da semana, com uma variação de 24/7/365, para exprimir também os 365 dias do ano.

07 outubro 2007

Mini conto de Marquês de Sade


07 de outubro

Sexo Coletivo
(Mini conto de Marquês de Sade)

-Vem, me fode gostoso.
-Vou comer sua buceta com força.
-O quê?
-Vou comer sua buceta com força.
-Isso come com força.
-Agora dá uma chupada.
-O quê?
-Agora dá uma chupada.
-Chupo. Me dá ele aqui.
-Engole tudo, putinha.
-O quê?
-Engole tudo sua putinha.
-Caralho! Essa mulher é surda, é?
-É, ela é meio surda!
-O quê? Tá falando com quem?
-Com você, gostosa. Disse que vou comer sua bunda!
-Isso, fode meu cu bem gostoso.
-Vou enfiar tudo.
-O quê?
-Vou enfiar tudo no teu rabo.
-Enfia tudo nessa vadia que eu estou quase gozando.
-Come ela com força que eu estou quase gozando também.
-Morar em kit é foda.
-Cala a boca, cambada de filhos da puta.
-Com quem você está falando?
-Com você. Me dá a boca que eu vou gozar, sua puta.
-Ai, goza aqui na minha boca.
-Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhnnnnnnnn.
-Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhnnnnnnnn.
-Uuuuuuuuuaaaaauuuuuu.
-Ahhhhhhh, também tô gozando...