12 de julho"Você vai sair daqui somente quando EU permitir, puta."
Eu estava em pé, o vestido mal colocado porque eu ainda estava toda molhada, com a porta que saia do dungeon aberta e com a mínima vontade de continuar com aquela ‘brincaderinha’ besta dele... eu tinha certeza que eu não fizera nada de errado... sempre eu agradava, nenhum homem reclamava assim, sei lá... não que eu acertasse sempre... mas eu não queria ser tratada assim... nem paga eu estava sendo... quem Ele pensava que era??? Estava inconformada. Por outro lado, eu sabia que Ele tinha razão: ainda não tinha escurecido por completo, mas eu sabia que devia ter cachorros tão alucinados quanto o dono andando por aí... e deviam ser maus... e o sentimento de ter que reverter essa situação porque eu tinha perdido a cabeça... isso, realmente, me deixava louca comigo mesma... me dava a sensação que Ele saiu mais forte, de que Ele ganhou. Ai, que ódio!
“... pensando bem... acho que eu quero esperar minha sessão acabar.”, eu disse. “ Foi pra isso que eu vim até aqui, não foi? Eu vou ficar, sim”, e tentei parecer o mais segura de mim possível, quando me virei para encará-lo.
O desgraçado riu, riu alto, uma verdadeira gargalhada... o que me desestabilizou. Ele não poderia ler meus pensamentos... (ou podia?)
Larguei o que tinha na mão e fui até Ele... "Seja o que Deus quiser", foi meu consolo. Talvez eu não tenha conseguido esconder o medo em meus olhos, ou talvez o sarcasmo lhe fosse naturalemente inerente. Ele secava os cabelos com a tolha e, sem gritos ou castigos, disse: "Você é só uma puta... não uma submissa. Tem que aprender.
Hoje, lá na banheira, agiu conforme o que foi doutrinada a fazer. Saiba que cometeu um grave erro: JAMAIS é você que me toca, a menos que EU queira, que EU te ordene... você NUNCA tem razão ou vontade... nem sentimentos... são os MEUS que regem a tua vontade, entendeu? Mas não se preocupe, eu vou te fazer entender tudo... te moldar na escrava perfeita pra mim... você vai ver."
“A primeira coisa que deve saber: sua apresentação. Toda vez que me vir, quero que fique assim. Anda... de quatro.” Fui, e com uma rasteira, Ele puxou meus braços pra frente, depois colocou um pé sobre meus ombros e empurrou-os para baixo. Em seguida pegou o meu vestido perto do zíper, nas costas, e num puxão que me amassou os peitos, as costelas e quase me colocou de pé, e rasgou. A força foi grande mas parou numa costura e não conseguiu partí-lo em dois. Logo pensei em como eu iria embora dali sem roupa, mas entendi o recado e deixei os restos de pano descerem pelo corpo.
“E se tiver alguém com o Senhor?”
“Pra isso que existem sinais, puta... isso você aprende com o tempo.” ... com o tempo, pensei... nem morta! Mas não ia dizer isso naquele momento. “Me dá a guia”... só com a menção de pegá-la com a mão, Ele quase gritou: “... COM A BOCA, CADELA”. Ele não perdeu a chance de me carregar feito cachorro pra onde quer que Ele fosse... Ele se divertia com aquilo... meus joelhos doíam. Paramos em frente ao trono-cadeira dele.
“Pega”, e jogou alguma coisa no ar. Peguei... era amendoim, daqueles aperitivos que tem uma casquinha por fora. “COMO VOCÊ É BURRA!”, e Ele se agachou pra me pegar com aquela mãozona no meu pescoço... “É PRA PEGAR COM A BOCA... COM A BOCA!!! CADELA NÃO PEGA USA ESSAS PATAS NOJENTAS DE SEGURAR PINTO PRA PEGAR COMIDA, CARALHO!!!” Eu segurava a mão dele com as duas minhas... e o medo dele apertar de vez?
“Vamos começar de novo”, e se sentou de novo.
“PEGA, CADELA”, e jogou de novo. Tentei, mas bateu perto da boca.
“PEGA, CADELA”, e jogou outro. Não peguei.
“PEGA... PEGA... PEGA...”, e ia jogando um atrás do outro. Eu tentava... ia pra frente, pro lado... por fim, um ou outro eu peguei. Não gosto de amendoim, mas engolia os que eu conseguia pegar. “Muito bem, cadela... tem que melhorar muito ainda. Pega agora os que cairam no chão, que cadela mexe até no lixo pra pegar resto de comida, né?”, e enquanto eu ia tendo o máximo de cuidado de deixar a língua bem molhada pros amendoins grudarem sem ter lamber o chão... no máximo eu tentava pegar com os dentes os mais fujões... Ele não perdia a opostunidade e continuava: “... porque você é uma cadela bem vira-lata mesmo... não tem dono, não tem ninguém que te queira... é vadia... e blá-blá-blá...”. Eu estava entretida com a porcaria de limpar o chão que eu nem percebi que tinha mais alguém no dungeon... dei praticamente de cara com ela. Uma moça loira, totalmente nua, sentada sobre os pés, com as mãos no chão e olhando pra Ele. “Bonita”, pensei, mas não me importei muito com ela, não... estou acostumada a dividir homens.
Com um estalo na mão, ela começou a engatinhar em direção a Ele. Achei que ela tinha classe... parecia que tinha nascido cachorro. Fiquei olhando de rabo-de-olho: Ele puxou-a pra si e começou a beijar... ela ia escorregando pra cima do colo dele, toda derretida... eu continuei com a minha malfadada tarefa... podia escutar os sons deles... dele chamando-a por cadelinha, e putinha, e tudo que era 'inha'... que se danasse... os dois. Comecei a pescar as bolinhas cada vez mais devagar. Dali um tempo, acabei e vi o D. Conchobar comer a cachorra dele. Pura sintonia... puro filme pornô. Eu fiquei ali, quieta.
“Olha só como ela se diverte”, e riram os dois. “... vem cá”, me chamando pra festinha. Ele me amarrou pelos pulsos nuns elos de ferro que ficavam caídos embaixo do colchão duro, e o as pernas também... bem abertas. A primeira coisa que fez foi abrir minha vagina com o espéculo de ginecologista, e enfiou alguma coisa... acho que os dedos... aquilo normalmente já era incômodo, e muitas vezes doía com o próprio médico... imagina com Ele. Senti os ferros do aparelho empurrarem as minhas carnes pra tudo que era lado... soltei um grito... aquele desgraçado devia estar enfiando a mão inteira. E as dores continuaram... eu gritei e me esperneava, mas não adiantava... foi quando eu vi que Ele estava do meu lado. Quem me bulinava era aquela loira aguada. Gritei pra ela parar, e o que eu senti foi em estampido na minha barriga. Ela, então, tirou aquilo de mim e agora me chupava, mas Ele me batia com um chicote de montaria preto... a ponteira deixou vergões triangulares na mesma hora. Ele parava um pouco, pra eu descansar, e depois voltava. Sei que a situação era estranha, mas era uma experiência inusitada pra mim... apesar da buceta dolorida, porque os dedos dela não paravam, e da dor na minha barriga, eu acabei gozando quando ele enfiou um vibrador no meu clítoris.
“Gozou, vagabunda?”... gozei, mas não falei nada. Na verdade não gostei. “Faz minha cadelinha gozar agora”, e me desacorrentou.
Começamos a nos beijar e eu passava a mão nela e mordia seus seios, deitei por cima dela no colchão e desci pra fazer um oral... passava a língua em seus lábios e no clítoris, já durinho... fiz com que ela se virasse e arrebitasse a bunda pra mim... me enfiei no meio das pernas dela e, quando ninguém esperava, levantei e dei-lhe um tapa tão bem dado, que minha mão doeu. Ficaram marcados os meus cinco dedos. :) Enquanto eu batia, ela olhava pro dono... sei lá se com tesão ou pedindo que eu parasse... mas Ele adorou, e eu me vinguei. Tanto se empolgou que veio participar e, enquanto eu beijava o cu e a buceta dela, eu só sentia o chicote dele descer, enquanto ela se esforçava em abocanhar o pênis dele. Ela gozou (fingiu), Ele também (vi ela engolindo o sêmen dele), e todos paramos.
Ele se deitou e puxou a loira pro ombro dele. Eu? Fui chegando. Apesar de todo o calor do momento, eu sentia frio e queria me aquecer... a água do banho tinha secado no meu corpo. Eu sei que Ele estava satisfeito e tinha gozado gostoso. Depois de um tempo... demorado, até... Ele pediu comida pra ela, que logo foi buscar.
“E você, tá com fome ou já se encheu de amendoim?”
“Eu não gosto de amendoim... prefiro outra coisa”
Ela chegou com uma tábua de frios e depositou na mesa. Comemos, aliás Ele fez questão que eu comesse, disse que não poderia me adoentar... o que Ele diria pro meu agenciador? Ele não precisava chamá-lo assim, pelo que percebi, eles eram amigos... íntimos, com certeza. Talvez por causa dela, não sei... mas comemos e bebemos.
“Bom, vou sair por uns instantes... vem cá, lisa”... quase surtei... como ele diz o meu nome assim... sem cerimônia nenhuma... mas fui... engatinhando atrás dele.
Ele me colocou de pé com um sinal de mão, onde dois dedos eram esticados com rapidez; de qualquer forma fui subindo devagarinho. Depois de juntar meus pulsos, Ele foi amarrando com uma cordinha branca trançada... passou por um gancho, que parecia de açogueiro, no teto e amarrou numa argola na parede. Puxou uma estrutura de madeira escura... parecia uma portinha que se abria... quase como aqueles que pintores usam pra segurar as telas (sorry... i forgot the word), e encaixou aquilo no meio das minhas pernas. As quinas não eram vivas... tinham um ‘estofadinho’ encapando. Meus calcanhares foram amrrados nos pés de madeira desse estrutura. Eu tinha ainda muitos movimentos, não estava completamente imobilizada.
Ambos saíram...
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